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DEUS DO METAL – JUDAS PRIEST

Atualizado: 6 de jul. de 2022

Continuando a série dos quarentões em plena forma e vigor, como não falar desse clássico do metal da extraordinária banda inglesa Judas Priest – British Steel, lançado em 1980, portanto um senhor de respeito que completa 42 anos.

Tenho esse álbum armazenado no meu HD, como um dos discos mais marcantes que tive oportunidade de ouvir em toda minha trajetória de roqueiro. Lembro bem do dia em que adquiri esse petardo na Musk Disco, loja de discos que havia no centro da cidade, na mesma rua da Eletrodisco, outra lenda e santuário dos headbangers alagoanos. Fui influenciado a comprar o “disco da gilete” – como era conhecida a bolacha - pelo registro ao vivo que havia adquirido da banda outrora, o excepcional Unleashed the East.

Nesse disco temos uma das formações clássicas do quinteto: Rob Halford, vocal; KK. Dowing e Glen Tipton, ambos fazendo guitarra base e solo; Ian Hill, baixo e Dave Holand (ex-Trapeze – boa banda que contava ainda com Glen Huges) na bateria.

A brincadeira começava logo por Breaking the Law, canção mais famosa e sempre tocada nas apresentações da banda, tendo momentos que o Deus do Metal – Rob Halford podia se dar ao luxo de não cantar a música dada a participação da platéia em entoar a canção do início ao fim. Falar dessa música é quase como falar da própria trupe, cuja repercussão tornou-a conhecida nos EUA e no resto do mundo. Rapid Fire, bem eu acho a melhor do disco e não por acaso a mais pesada. O início, o jeito de cantar a base mantendo todo o andamento da canção e os solos de tirar o fôlego fazem dessa canção minha preferida, sobretudo pela dupla de guitarristas, KK. Dowing e Glen Tipton. Acho que a partir dessa música o Judas encontraria seu filão com maestria. Em seguida, quase extensão da mesma música entra Metal Gods e toda sua mística em torno, com destaques para a base de guitarra e o vocal de Halford, não à toa ganhou a merecida alcunha... refrão maravilho e grandioso.

Segue o disco com as bem legais, Grinder e United, sendo esta última com uma pegada meio hino de marcha de exército e possui um refrão meio piegas, mas gosto. Na sequência, dessa vez um verdadeiro hino, só que do rock, desses tipo Highway to Hell do ACDC, Living after Midnight: músicas que são feitas para grudar, cantar juntos a toda altura e se eternizar no imaginário dos fãs. No mesmo ritmo, vem Don't Have To Be Old To Be Wise, que considero uma das melhores do álbum. Aí surge The Rage, com um início meio reggae, com uma introdução no baixo de Ian Hill muito boa e depois segue o show do velho Deus do Metal.

O vinil (ao menos o que tinha) fechava a jornada com a boa e pesada Steeler, com as pitadas do heavy metal que iriam se consolidar e amalgamar com o disco de 82: Screaming for Vengeance. British Steel foi o trabalho que apresentou de vez a banda para o mundo, não sem mérito, de um dos maiores nomes do heavy metal de todos os tempos. Vida longa ao Heavy Metal e ao Deus do Metal, Rob Halford!


GODOY HALFORD


 


 


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