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SAFRA 82 – O ANO DO METAL

Atualizado: 9 de jul. de 2022


Chegar aos quarenta em plena forma e exalando influência não é para todos, o que dizer quando se trata de música, arte tão efêmera quanto a de hoje em dia. Portanto, tomo a liberdade de listar a safra de heavy metal/hard rock, sob minha ótica e gosto, do ano de 1982, sem medo de exagerar: foi o ano de impulsionamento e consolidação do heavy metal, além de alguns lançamentos memoráveis do hard rock. Vamos lá e viva o Rock’n’Roll!

Alguns álbuns já foram resenhados, nestes casos, seguirão links para quem quiser conferir.


1 – The Number of the Beast – Iron Maiden – Melhor disco de 1982, o que falar sobre o álbum que revelou aos fãs da donzela, ninguém menos do que Bruce Dickinson. A estréia não poderia ser melhor. Colocou a banda em outro nível e fez definitivamente que fossem denominados de Heavy Metal. Faixa título, Run to the Hills e Halowed By the Name, só pra ficar nos Hits que até hoje são tocados nos shows.



2 - Blackout – Scorpions – Disco que ratificou e definiu a banda. Matias Jabs trás o que faltava e afasta de vez os arroubos progressivos que a banda flertava da época de seu antecessor – Ulrich Roth. Blackout, Now e No one Like You, são exemplos nítidos do dna da trupe. Rock pesado com pitadas de apelo comercial, sem esquecer da força de suas Power Balads aqui representadas por When the Smoking is Going Down.

Este álbum possui texto disponível no Roqueiro Mofado, Clique Aqui!



3 – Restless and Wild – Accept - Banda de heavy metal de primeira que marca terreno definitivamente a partir desse petardo. Como passar ileso a pancada metal de Fast as a Shark?! Disco marcante e poderoso que fecha de forma tão grandiosa quanto abre: Princess of Down.

Este álbum possui texto disponível no Roqueiro Mofado, Clique Aqui!



4 – Scream for Vengeance – Judas Priest – Bem vindos ao Metal! Se houve um disco que mudou a chave para heavy metal foi esse. Até então a banda já era muito boa, mas com esse álbum tudo passou a ser mais metal e característico. Faixa título, Electric Eye, You Got Another Thing Coming e Bloodstone atiram em nossas faces de forma crua e brutal. Rob Halford, Glen Tipton e KK Dowing são o cartão de visitas pra lá de marcante da banda. Long live Heavy Metal!



5 – Signals – Rush – Falar sobre essa banda é muito difícil ainda mais, sobre qual “fase” foi a melhor. A partir desse disco, iniciou um período que alguns fãs se ressentem por conta do “excesso” de teclados e bateria eletrônica (bem vindo aos anos 80 – mas o Rush faz bem feito e diferente sem soar datado ou brega), mas eu simplesmente adoro essa época e, sobretudo, esse álbum, onde se percebe nas letras de Peart, claramente um abandono da literatura de ficção científica, por questões mais cotidianas. Subdivisions e sua introdução nos teclados inconfundível, por exemplo, (aliás vá fazer introdução de música grandiosa, lá no Canadá...) me chama muito mais atenção a bateria, cuja variação de tempo e tecnicidade são simplesmente brilhantes e ainda conta com Neil Peart proferindo o nome da música; New World Man e sua pegada reggae também merece destaque, assim como a bem conduzida The Analog Kid, cuja quebrada de ritmo que antecede ao refrão soa como marca registrada da banda; ou ainda a belíssima Losing It, que revela para quem duvidava que Geddy Lee é um excelente vocalista, além da bateria jazzística. Um marco do hard rock! Rush dispensa apresentações, mas esse disco inaugurou uma fase que simplesmente adoro, verdadeiro divisor de águas na carreira dos caras. Durou mais ou menos até o Hold You Fire.



6 – Creatures of the Night – Kiss – Sem sombra de dúvidas o disco mais pesado do Kiss, muito influenciado pela onda Heavy que assolava na época, sobretudo, pelas boas perfomances de Iron – The Number e Judas com Screaming, tornou possível o lançamento deste autêntico álbum de heavy metal, ao menos o mais próximo que o Kiss chegou. Não dá pra deixar de enaltecer as pauladas de I Love It Loud, Faixa Título, War Machine e tantas outras. Disco que contou com a preciosa e pesada participação de Eric Carr – baterista, bem como em algumas músicas do virtuoso da guitarra, Vinnie Vincent.

Este álbum possui texto disponível no Roqueiro Mofado, Clique Aqui!




7 – Diver Down – Van Halen – Subestimado álbum dos irmãos holandeses, quase todo recheado de covers, mas adoro o disco e listo as minhas prediletas: Hang’EmHigh, Pretty Woman, Dancing in the Street e Secrets. Declarado fã da banda que sou e principalmente da fase do David Lee Roth, tenho esse disco em alta conta. Um dos melhores da fase do “Diva”. Grande lançamento do ano de 1982, apesar de não ter vendido tanto quanto os anteriores. Este álbum possui texto disponível no Roqueiro Mofado, Clique Aqui!



GODOY 82


 


 


 


 


 


 


 


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